Palestra para Motoristas

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Arquivo: HighPluss Treinamentos, 2017.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Projeto quer transformar em crime uso de bloqueador de celulares de alta potência

Caminhao Roubado - Volvo NL10
Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que quer tornar crime o uso irregular do jammer, aparelho bloqueador de celulares de alta potência. Isso porque o dispositivo é utilizado por quadrilhas especializadas em roubo de cargas, para evitar o rastreamento de caminhões monitorados.
A venda do dispositivo é controlada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Apenas dez tipos homologados pela Agência podem ser legalmente comercializados. Apesar disso, o produto é facilmente encontrado, principalmente na internet.
A justificativa do projeto destaca que “sites brasileiros vendem o jammer com frete grátis, parcelamento em até duas vezes e preços que variam de R$ 110 a R$ 2 mil”. Além disso, ela reforça que, em 19 operações contra quadrilhas de roubo de carga realizadas pela Polícia Federal, 430 pessoas foram presas, entre as quais especialistas do setor de telecomunicações.
A proposta é que seja considerado crime importar, exportar, fabricar, adquirir, vender ou expor à venda, oferecer ou ter em depósito bloqueadores de celulares de alta potência. A pena é de reclusão, de um a três anos, e multa.
O autor do projeto é o deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT).
Publicado em 29/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Montadoras estrangeiras crescem em tratores no país

trator argo

Mesmo com o desaquecimento do mercado brasileiro de máquinas agrícolas em 2014, as empresas estrangeiras de tratores que desembarcaram no país nos últimos anos registraram crescimento nas vendas e estão otimistas com a comercialização de seus produtos em 2015. O desempenho foi positivo no ano passado porque essas empresas focaram sua atuação em tratores de menor potência, cujas vendas avançaram.
A sul-coreana LS Mtron inaugurou em outubro de 2013 sua unidade brasileira, em Santa Catarina, a primeira de tratores do grupo (divisão LS Tractor) fora da Ásia. No país, a LS vendeu no ano passado quase dois mil tratores (1,93 mil unidades), ante 600 unidades em 2013, quando a maior parte da comercialização foi feita com produtos importados. O faturamento em 2014 foi de R$ 220 milhões.
Neste ano, a expectativa é que as vendas atinjam em torno de 2,5 mil unidades, afirma André Rorato,diretor comercial e de marketing da LS Mtron Brasil. A empresa sul-coreana investiu no país R$ 150 milhões – R$ 80 milhões somente na fábrica, que tem capacidade instalada de 5 mil unidades por ano. A LS Mtron Brasil comercializa tratores de 37 a 105 cavalos de potência, voltados principalmente à agricultura familiar.
Ao mesmo tempo em que há boas perspectivas para o mercado de tratores no país, Rorato observa que existe preocupação sobre o futuro dos programas governamentais, como o Mais Alimentos (linha de crédito voltada a agricultores familiares) e o Moderfrota (linha de financiamento do BNDES para a aquisição de máquinas agrícolas), o que poderia impactar as vendas. A razão para o temor é que cerca de 70% das vendas de tratores da LS Mtron são feitas por meio do Mais Alimentos. E a tendência é que esse percentual não se altere muito, avalia Rorato.
O segmento de agricultura familiar foi o que mais demandou novos tratores para o campo em 2014. Conforme a Anfavea, associação que representa as principais empresas do setor, a comercialização de tratores com até 80 cavalos de potência representou 51% do total vendido em 2014, ante 42% em 2013.
Outra empresa que aposta na demanda firme da agricultura familiar é a indiana Mahindra, considerada a maior produtora mundial de tratores em unidades, com cerca de 250 mil máquinas por ano. A companhia desembarcou no país de forma tímida, no fim de 2012, mas quer crescer no mercado brasileiro. A meta para 2015 é chegar a 5% de participação no mercado de tratores de até 95 cavalos de potência na região Sul, segundo Egisson Loreto, diretor da fábrica da Mahindra em Dois Irmãos (RS).
Em 2013, a Mahindra vendeu volume pequeno no país (menos de 200 unidades) e as máquinas foram importadas. O volume subiu para mais de 400 unidades em 2014, quando a empresa começou a produzir no Brasil. Este ano, Loreto acredita que as vendas podem passar de 1 mil unidades, em uma estratégia mais “agressiva”, com maior produção e abertura de novos concessionários.
No segundo semestre, a Mahindra deve começar a fabricar mais dois modelos de tratores no país – de 50 e 70 cavalos de potência (cv), que se somarão aos atuais de 80 e 92 cv.
A unidade industrial em Dois Irmãos (RS) é a primeira de tratores da Mahindra fora da Ásia, com capacidade para produzir 2 mil tratores por ano. Mas uma fábrica maior para a produção de até 10 mil tratores por ano deve ser construída em 2016, afirma Loreto. Além de crescer no mercado do Sul do Brasil, a Mahindra espera atingir outras regiões, como São Paulo e Espírito Santo em 2016. A empresa também planeja produzir tratores maiores.
A italiana Argo Tractors, com a marca Landini, é outra que prevê ampliar suas vendas no Brasil este ano. A empresa começará a produzir no país entre abril e maio deste ano, em Contagem (MG), mas apenas tratores direcionados a testes no campo. A previsão é que no segundo semestre, a Argo comece a produzir tratores para comercialização no Brasil. Serão dois tipos, com cinco potências diferentes, de 115 a 185 cavalos, segundo Ricardo dos Santos Vianna, diretor de operações da Landini no Brasil.
A empresa italiana atua no país desde 2006. No ano passado, vendeu cerca de 80 unidades importadas no mercado brasileiro. A expectativa, para 2015, é comercializar cerca de 250 tratores fabricados no país e mais 80 unidades importadas. A estimativa é chegar nos próximos anos a uma comercialização de 2 mil unidades no Brasil. Uma nova fábrica, maior, deverá ser construída em três a cinco anos, de acordo com Vianna.
Fonte: Valor Econômico
Publicado em 21/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Cinto de segurança é ignorado por 24% dos caminhoneiros

cinto de seguranca
Uma pesquisa da Agência Reguladora dos Transportes no Estado de São Paulo (Artesp) apontou que 24% dos motoristas de caminhão ou carretas admitem não usar o cinto de segurança. A pesquisa da Artesp revelou ainda que o índice da falta de cinto entre os passageiros dos caminhões é ainda mais alto e atinge 34%.
gerente de transportadora Carlos Martinelli disse que o número de ocorrências na empresa de Campinas chegou a cair 95% depois que os motoristas passaram a pagar a multa.
O tenente Jivago Pedra, da Polícia Rodoviária, diz que o problema persiste mesmo com o trabalho de fiscalização feito pela corporação. Ele lembra que o cinto impede que os ocupantes do caminhão sejam arremessados para fora em caso de acidente, assim como acontece nos carros de passeio.
Fonte: EPTV
Publicado em 12/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Caminhões aerodinâmicos podem economizar bilhões em combustível

aerodinamica dos caminhoes (2)
Os caminhões consomem mais de 10% de todo o petróleo usado no mundo. Esse consumo de combustível poderia ser reduzido em bilhões de litros anuais apenas melhorando a aerodinâmica desses veículos, mediante o uso de dispositivos de redução de arrasto.
A conclusão vem de uma série de testes e simulações realizadas por engenheiros do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, nos Estados Unidos. Kambiz Salari e Jason Ortega fizeram testes aerodinâmicos em um modelo detalhado de um caminhão, em escala 1/8, em um túnel de vento da NASA, no Centro de Pesquisa Ames.
“Estamos no processo de concepção do formato da próxima geração de veículos pesados altamente aerodinâmicos e integrados para diminuir radicalmente o arrasto aerodinâmico e melhorar a eficiência de combustível,” disse Salari.
Saias e carenagem
aerodinamica dos caminhoes (1)O caminhão foi testado em várias configurações. Primeiro, ele foi equipado com saias no reboque, painéis afixados ao longo das bordas laterais inferiores da carroceria para reduzir o arrasto resultante do fluxo de ar interagindo com as rodas e outras estruturas sob o corpo do reboque.
No segundo teste, foi instalada uma carenagem na traseira do reboque, que diminui o arrasto ao reduzir a “esteira aerodinâmica” deixada pelo caminhão. Nos dois últimos testes, o caminhão foi equipado ao mesmo tempo com os dois dispositivos de redução de arrasto, e foi testado sem nenhum dos dois, uma avaliação para funcionar como parâmetro de comparação.
Arrasto aerodinâmico
aerodinamica dos caminhoes (1)A adição dos dois dispositivos – que já são utilizados por muitos caminhões em versões não tão aprimoradas- reduziu o arrasto aerodinâmico em até 25%, o que representou uma diminuição de 13% no consumo de combustível. Os dispositivos individuais geraram ganhos menores.
Os resultados foram ligeiramente inferiores a um teste semelhante realizado na Holanda, quando se obteve uma economia de combustível de 15%.
A diferença nos resultados pode ser creditada à diferença no projeto dos conjuntos aerodinâmicos e ao fato de que os testes holandeses foram feitos com veículos reais, e não com modelos em escala.
Publicado em 06/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Entra em vigor nova especificação para extintores automotivos

extintor-abc
Desde a última quinta-feira (1), todos os veículos em circulação no país devem possuir um novo tipo de extintor, chamado de ABC. O equipamento é capaz de apagar incêndios de uma variedade maior de materiais. As medidas fazem parte da resolução 333 do Contran, o Conselho Nacional de Trânsito, de 6 de novembro de 2009.
Até então, os veículos podiam ser equipados também com extintores do tipo BC, recomendado para materiais como líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos. O ABC, além destes, também é capaz de combater incêndios em madeira e tecidos, materiais comuns em carros.
Apenas veículos de ano/modelo anterior a 2004/2005 precisam realizar a substituição dos extintores. Isso porque, a partir de 2005, todos os veículos novos saíram de fábrica com os equipamentos do tipo ABC, de acordo com a resolução 157 do Contran, de 22 de abril de 2004.
O novo tipo de extintor custa entre R$ 70 e R$ 100, e tem validade de cinco anos. Quem rodar com o extintor fora das especificações, seja do tipo de aparelho, seja de validade, está cometendo infração grave, sujeito a multa de R$ 127,69 e inclusão de cinco pontos na carteira.
Fonte: Auto Esporte
Publicado em 02/01/2015 no Blog do Caminhoneiro.