Palestra para Motoristas

Palestra para Motoristas
Arquivo: HighPluss Treinamentos, 2017.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Segurança é a palavra-chave no transporte de produtos químicos

Caminhão Iveco
O transporte de produtos químicos é uma operação delicada que requer cuidados e atenção especial das transportadoras. Para minimizar os riscos, empresas especializadas nesse segmento investem cada vez mais em tecnologia de ponta para transportar lubrificantes, aditivos e outros derivados petroquímicos pelo Brasil.
Seguindo esta tendência, a Ital Transportes, baseada em Duque de Caxias (RJ), adquiriu dois caminhões Iveco Hi-Way, modelo top de linha da marca, pensando na segurança do transporte de cargas perigosas, tanto para os motoristas, como para os usuários das rodovias. O caminhão conta com freio auxiliar Intarder, que, combinado ao freio motor, chega em quase 1.000 cv de potência de frenagem. Como adicional, esse item gera mais segurança no sistema antitravamento das rodas. Também nesse sentido, o Hi-Way traz de série ajustador automático de freios, freios ABS e sensor do nível de desgaste da lona.
“O Hi-Way oferece um dos mais eficientes sistemas de frenagem, além de percorrer as estradas registrando uma boa média de consumo e baixa manutenção. Temos certeza que fizemos a escolha certa para transportar as cargas com total segurança”, afirma Terzilio Zibetti, proprietário da Ital. A frota da Ital é composta por 80 caminhões, sendo 70 daIveco, que rodam em média 8 mil quilômetros por mês.
Alcides Cavalcanti, diretor comercial da Iveco, destaca que segurança é prioridade para a marca. “Ao longo dos anos, a Iveco vem investindo continuamente no desenvolvilmento de tecnologias que possam auxiliar o condutor no transporte de cargas. O Hi-Way é o maior exemplo disso, desde a concepção da cabine, ergonômica e com os itens sempre à mão do motorista, até itens de tecnologia superior, como é o caso do sistema de frenagem auxiliar “, afirma.
Fonte: Iveco
Publicado em 30/06/2014 no Blog do Caminhoneiro.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Caminhões com excesso de peso se multiplicam nas estradas, onde fiscalização é precária

Balança inoperante
Eram cerca de 9h da última segunda-feira, no quilômetro 190 da Via Dutra, em Queimados. Em menos de 15 minutos, cerca de dez caminhões-basculante deixam uma mineradora às margens da estrada, abarrotados de pedra ou areia. Na maioria deles, a carga ultrapassava a altura das caçambas, num indicativo de que circulavam com excesso de peso. No estado com a segunda maior economia do país, encontrar veículos rodando com toneladas acima do permitido é comum. A fiscalização é falha. E, além dos prejuízos às estradas, que se danificam mais rápido, sobram riscos de acidentes tanto para caminhoneiros quanto para outros motoristas.
Naquela mesma manhã, flagrantes do tipo foram feitos na BR-465, a antiga Rio-São Paulo, em Seropédica; na RJ-093, próximo às obras do Arco Metropolitano, em Japeri; e na Rio-Teresópolis, em Magé. E, apesar do perigo, o equipamento mais eficaz para coibir essa irregularidade é escasso no Rio. Atualmente, nos quase sete mil quilômetros de estradas pavimentadas do estado, existem apenas cinco balanças funcionando, todas em rodovias federais concedidas à iniciativa privada.
Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), órgão responsável pelos postos de pesagem nessas vias, são três na Dutra (dois em Paracambi e outro em Resende), um na Rio-Teresópolis (em Teresópolis) e um na BR-393 (em Sapucaia). Outras duas balanças estão temporariamente fora de operação, para obras: uma na Rio-Teresópolis, próximo de Magé (com previsão de retorno para agosto), e uma na BR-393, em Barra do Piraí (que deve voltar a funcionar mês que vem). Na BR-040, o equipamento na altura de Xerém está desativado para a duplicação da subida da Serra de Petrópolis.
Em SP, 186 postos de pesagem
Nas estradas estaduais, não há qualquer balança em funcionamento, admite o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ). As fiscalizações são feitas com verificação de documentos. Como comparação, apenas nas rodovias estaduais, São Paulo tem 186 postos (a área do estado, no entanto, é mais de cinco vezes maior que a do Rio).
Na capital, o problema também ocorre em vias municipais, como a Avenida Brasil, a Linha Vermelha e outras. Nem a CET-Rio, nem a Guarda Municipal atuam para combater o excesso de peso dos caminhões, até por não terem equipamentos para isso. Assim, em bairros como Olaria, onde há uma pedreira, ou Barra da Tijuca, com um grande volume de obras, se multiplicam os caminhões trafegando com carga tão pesada que chega a transbordar. Da mesma forma que acontece em regiões como o Norte e o Noroeste do estado, que são verdadeiros vazios de balanças para fiscalização.
Presidente da Associação dos Caçambeiros do Estado do Rio (Acaerj), Neno Wanderley aponta pedreiras da Região Metropolitana, em municípios como Queimados, Japeri e Nova Iguaçu, mas também outras na Região dos Lagos, como fonte de algumas das mais frequentes irregularidades. Delas, partem caminhões-basculante com excesso de peso, muitas vezes em direção a obras na capital.
— O que fazem com o caminhoneiro é um ato criminoso. Se ele não carrega, vem outro e leva. Vidas já foram ceifadas por isso. É uma prática que põe em risco a sociedade. Com excesso de peso, o desgaste do caminhão é muito maior. Os pneus, por exemplo, ficam lisos mais rápido. A suspensão e o sistema de frenagem são prejudicados — diz Neno.
Ele lembra que, no ano passado, a categoria fez uma paralisação para exigir o cumprimento de leis. Houve reuniões com órgãos como o Ministério Público Federal e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), terminando num acordo para as mineradoras se adequarem. Neno diz, no entanto, que ele não vem sendo cumprido. Por isso, defende agora que seja firmado um termo de ajustamento de conduta (TAC), para a instalação de balanças em todas as 33 mineradoras do estado.
Para a PRF, caminhões que trabalham para pedreiras e areais também são o principal problema. Um dos responsáveis por iniciativas de combate a essa irregularidade, o policial Leandro Xavier lembra que, ano passado, foram realizadas três grandes operações para coibir a prática, com o uso de balanças de terceiros, uma vez que a PRF não tem o equipamento. Logo se constatou, porém, que caminhoneiros passaram a buscar rotas alternativas às estradas federais.
— Esses caminhões causam transtornos no trânsito. E são vários os riscos. Num caminhão com pedras, por exemplo, algumas podem se soltar pelo caminho, provocando um acidente. Outro risco é que esses veículos são projetados para um determinado peso, mas, se a carga a excede, a capacidade de frenagem diminuiu — disse ele.
Só nas balanças da ANTT, no ano passado foram autuados 76.282 veículos. Até o último dia 3 deste mês, tinham sido 29.045 autuados nas rodovias do Rio. O excesso de peso é considerado uma infração média, com multa inicial de R$ 85,13, que aumenta a cada 200 quilos ou fração de excesso de peso apurados.
Prejuízos
Não só no Rio, como em todo o país, a fiscalização não vem funcionando a contento. Há oito anos, o Dnit lançou o Plano Diretor Nacional Estratégico de Pesagem. Mas um relatório da Controladoria Geral da União, do ano passado, apontou que a implementação do plano estava muito aquém do previsto. Segundo o relatório, nas estradas federais administradas pelo Dnit, o prejuízo causado pela ineficiência do sistema era de mais de R$ 1,4 bilhão por ano aos cofres públicos, com a recuperação da pavimentação.
Para as rodovias estaduais, José Hylen, da Diretoria de Operação, Monitoramento e Controle de Trânsito do DER, afirma que o órgão contratou uma consultoria para levantar os pontos de volume de tráfego e carga nas rodovias. A partir desse estudo, que deve ficar pronto em até 60 dias, será estabelecido quantas balanças são necessárias.
Publicado em 25/06/2014 no Blog do Caminhoneiro.

domingo, 15 de junho de 2014

Pedestre na faixa de segurança em Joinville

Arquivo: José Rovaní, 2012.

Muita atenção nos detalhes da imagem! O sinal estava aberto para o pedestre cruzar a faixa de segurança, porém o motorista decidiu avançar o sinal. Fato constatado pessoalmente.

Diariamente observa-se as dificuldades dos pedestres cruzarem as faixas de segurança em determinados pontos da cidade. Praticar a educação no trânsito é uma decisão inteligente!

Praticar a direção defensiva é uma decisão inteligente! Pense nisso!

O Livro Motorista Comprometido é recomendado para os motoristas, gestores do transporte e para as auto-escolas. Contato: pedidos@highpluss.com.br

Autor: José Rovaní Kurz - Edição 2014.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Video sobre Entrevista José Rovaní na TV Cidade de Joinville





Caro visitante,

É com enorme satisfação que oportunizo o acesso e conhecimento sobre alguns dos temas tratados na Entrevista realizada na TV Cidade de Joinville - Espaço Cidadania, programa comandado por Eduardo Lima.

Muito agradeço ao Eduardo Lima pela oportunidade em divulgar o Livro Motorista Comprometido que é uma obra com sentimento Verde e Amarelo, sendo destinada aos motoristas, carreteiros, estradeiros, autônomos, futuros motoristas e gestores do transporte rodoviário.

Diversos temas foram tratados sobre a realidade do motorista, trânsito nas cidades e estradas brasileiras, educação no trânsito e caminhos para atingir o comprometimento profissional.

Seja você um Multiplicador da Segurança no Trânsito, e Seja um Motorista valorizado e Feliz! Pratique!

Tenha uma ótima viagem!

Abraço,

José Rovaní Kurz
Autor do livro: Motorista Comprometido

Contato: treinamentos@highpluss.com.br
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Twitter: @palestrarovani