Palestra para Motoristas

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Arquivo: HighPluss Treinamentos, 2017.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aniversário da HighPluss - Joinville - SC. - Brasil


Dia 26/11/2012 a HighPluss Exportação, Consultoria e Treinamentos completou o sexto aniversário de fundação com uma trajetória de muitos aprendizados e grandes conquistas. Cada ano que passa a HighPluss avança nos projetos diferenciados em atender de maneira VIP seu Cliente.

A HighPluss muito agradece a todos "Clientes, Fornecedores e Parceiros" por acreditarem na proposta e na execução de projetos focados no melhor para o Cliente. A empresa desenvolve suas atividades profissionais focada nas competências para a realização dos projetos, bem como nas habilidades  e atitudes necessárias em tornar o projeto do Cliente um sucesso. Seu diferencial é entender a realidade do Cliente, para que possa propor projetos inovadores focados em gerar resultados prósperos no ambiente onde atua. A base do sucesso da HighPluss está nos investimentos em educação profissional e pessoal dos colaboradores, para que tenha sustentabilidade e gere grandes benefícios ao seu Cliente.

A empresa atende os mercados do Brasil e América Latina, com ênfase em Palestras VIP para Motoristas, Consultoria Técnica e Exportação de peças no segmento de Transportes de Passageiros e Cargas. 

Prosperidade aos atuais e futuros "Clientes, Fornecedores e Parceiros" da HighPluss,

HighPluss - Soluções VIP nas Práticas Profissionais - Hands On
Joinville - SC. - Brasil
contato@highpluss.com.br

domingo, 18 de novembro de 2012

Expresso Brasileiro: Muito mais que uma Sala Vip



onibus
Agência do Expresso Brasileiro na Avenida Ipiranga, no centro da cidade, na São Paulo elegante dos anos de 1950, oferecia muito mais que venda de passagens. Com bares, restaurante, tabacaria, sala de cinema e até com uma inovadora TV, virou ponto de encontro e de passeio. Foto/Acervo: Dalton Costa
Muito mais que uma Sala Vip
Na elegante São Paulo dos anos de 1950, agência do Expresso Brasileiro na Avenida Ipiranga tinha até sala de cinema
ADAMO BAZANI – CBN
Hoje as “Salas Vip” das empresas de ônibus são uma tendência nos principais terminais rodoviários do País e uma forma encontrada pelas viações de atrair mais passageiros, muitos que haviam migrado para o setor aéreo.
Algumas salas são vip mesmo, com bebidas, internet grátis, totem de autoatendimento, TVs e painéis de informação. Outras não passam na verdade de espaços delimitados por divisórias dentro das rodoviárias, quentes, com poltronas pouco confortáveis e cafezinho ou capucino em pó e pago a parte.
Mas antes mesmo de se tornarem moda, não exatamente com o nome Sala Vip, havia espaços de bem estar e convivência para passageiros de grandes empresas de ônibus.
E na elegante São Paulo dos anos de 1950, quando até o mais simples trabalhador se trajava de forma alinhada, um destes espaços chamava a atenção.
Era a agência do Expresso Brasileiro Viação Ltda na Avenida Ipiranga, no centro da cidade. Criado em outubro de 1941 pelo empresário espanhol Manoel Diegues para fazer a ligação entre São Paulo e Santos, o Expresso Brasileiro nos anos de 1950 começou a atender as linhas São Paulo – Ribeirão Preto, São Paulo – Lindoia, São Paulo – Poços de Caldas e São Paulo – Sorocaba, além de ter sido convidado, e aceito, para operar a disputada e rentável linha Rio – São Paulo.
Mas antes mesmo desta expansão, a agência esbanjava luxo e refletia uma época que o belo da cidade não necessariamente contrariava o seu crescimento e vice e versa. Infelizmente, com o passar do tempo, sinal de crescimento se tornou sinônimo de imagens como casas e prédios precários, favelas, lixo, ruas esburacadas, comércio ambulante descontrolado, etc.
O espaço foi inaugurado em 1º de agosto de 1951, no número 885 da Avenida Ipiranga, perto da Avenida São João.
O local tinha de tudo e não se limitava a vender passagens de ônibus e ser uma área onde os passageiros embarcavam e desembarcaram. Os ônibus paravam ali e, mesmo com a frota de veículos de São Paulo já sendo uma das maiores do país, não atrapalhavam o trânsito. Não havia ainda a Rodoviária Júlio Prestes, inaugurada oficialmente em 25 de janeiro de 1961.
Na agência do Expresso Brasileiro era possível comprar passagens ferroviárias, marítimas e aéreas.
Havia também tabacarias, lojas de doces, bar, restaurante, bares, barbeiro, salão de cabeleireiro, banca de jornal e revista, área de bem-estar e convivência e até exposição de materiais artísticos. Na parte de baixo, no subsolo, também havia uma TV, aparelho raro no Brasil, e uma sala de cinema com exibições gratuitas.
O local, apesar de ser destinado às operações do Expresso Brasileiro, servia com o ponto de encontro e até passeio na cidade, inclusive por quem não ia viajar. Muitos dizem que iam tomar um cafezinho na agência para ver o movimento de ida e chegada dos passageiros nos ônibus GM Coach que o EBVL possuía.
A iniciativa não poderia vir de outro empresário que não tivesse o empreendedorismo e visão de negócios do fundador da companhia, Manoel Diegues.
Ele sempre dizia que não queria apenas transportar pessoas, mas sim transportar bem.
E sabia que ônibus bons e horários cumpridos é o essencial que todo o passageiro quer. Mas, antes mesmo da moda de chamar passageiro de cliente, Manoel Diegues já tinha esse conceito e a noção de que para se destacar tinha de oferecer além do básico.
Também sabia que a empresa tem de se comunicar com o usuário. Hoje em dia, em plena era da internet, muitas companhias sequer têm sites ou quando possuem, servem apenas para vender passagens, não apresentando sequer um conteúdo interessante. Nos anos de 1950, Diegues mandou o Expresso editar sua própria revista de bordo, “Viajando”, com circulação bimestral e tiragem de 20 mil unidades por edição. Os assuntos eram os mais variados e prendiam a atenção do passageiro.
Há quem diga que no afã de oferecer serviços diferenciados e de destacar o nome do Expresso, Manoel Diegues acabou exagerando em algumas decisões, como, por exemplo, patrocinar espetáculos artísticos e transportar gratuitamente para os shows , “as estrelas do rádio”, em especial da Rádio Record, Gazeta e São Paulo.
No entanto, não foi isso que acabou prejudicando os planos de Manoel Diegues de crescer com sua empresa. As dificuldades de liberação na Alfândega dos ônibus importados dos Estados Unidos em 1958 para fazer frente a principal concorrente na linha Rio-São Paulo , Viação Cometa, que em 1954 havia recebido os Morubixaba, também dos Estados Unidos, acabaram sendo os fatores mais determinantes, entre outros, que impediram a manutenção do ritmo de crescimento do Expresso. Desanimado e em dificuldades financeiras, no início dos anos de 1960, Manoel Diegues vendera a empresa que foi, em sua época, reconhecida por ter sido a maior organização rodoviária da América Latina.
Mas deixou um legado e marcou uma nova fase de relacionamento entre empresas de ônibus e passageiros.
Este artigo teve como base dados da Junta Comercial de São Paulo, de sites especializados e no livro “Sonhos sobre Rodas”, de Antônio Rúbio de Barros Gômara e Nélio Lima, editado pela Abrati e “leitura obrigatória” de quem se interesse não só pela história dos transportes, mas do desenvolvimento de várias regiões do País.
Publicado em 17/11/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

Ônibus: um meio de transporte para sempre!



onibus
Os que dizem que a expansão de outros modais vai colocar em segundo plano a importância dos ônibus, ou não possuem conhecimento ou o fazem por interesse de marketing político. O ônibus, na verdade, sempre vai atender às necessidades da população e por suas características únicas de flexibilidade, quando um outro meio de transporte evolui, aí é que o ônibus se torna essencial. Foto: Trolebus na Favela da Catatumba, no Rio de Janeiro, em 1964. Acervo: Marcelo Almirante.
Ônibus: um meio de transportes que nunca vai acabar
Flexibilidade e baixo custo para implantação dos serviços são alguns dos pontos que provam que esse meio de transporte sempre vai servir à população e que se torna ainda mais importante co m a expansão de outros modais
ADAMO BAZANI – CBN
Quando se fala em novos modais de transportes e na expansão dos serviços ferroviários urbanos, muitos, por desconhecimento ou puro oportunismo de marketing político, dizem que em breve boa parte dos serviços de ônibus em diversas cidades será extinta ou se tornará obsoleta.
Há ainda os que classificam o ônibus como um meio de transporte ultrapassado, mesmo em corredores exclusivos.
O fato é que discursos como estes servem apenas para confundir a população e criar em algumas figuras públicas a falsa imagem de “inovadores”, “paladinos do progresso e da modernização”.
Os especialistas e profissionais que defendem a utilização de ônibus, a instalação de corredores exclusivos do tipo BRT e o estímulo a este meio de transportes, ao contrário do que muitos pensam, não são em hipótese nenhuma contra a ampliação das malhas ferroviárias.
Pelo contrário, têm a consciência plena de que hoje em dia, muitas demandas só serão satisfatoriamente atendidas por sistemas de grande porte como o metrô (metrô de fato, é bom destacar).
Mas tais estudiosos sabem também que há demandas que só podem ser atendidas pelos ônibus.
As razões são várias. Primeiro porque o ônibus, seja convencional, midi ou em alguns só micro mesmo, chega aonde o trilho jamais conseguiria, por mais avançados que sejam hoje os processos de engenharia. Quando se fala em mobilidade urbana, logo o fascínio pelas metrópoles é despertado. Mas o país tem dimensões de continente e cidades de todos os tipos, relevos, topografias e até condições climáticas. Para todas essas situações, há um ônibus apropriado. E até mesmo nas chamadas metrópoles, as realidades mudam em questões de poucos quilômetros percorridos.
Outro fato importante é a realidade financeira das cidades. Nem todas têm condições de implantar em tempo rápido um modal metroferroviário. Os sistemas de corredores de ônibus segregados, como os modernos BRTs – Bus Rapid Transit, ou mesmo corredores expressos simples, têm se revelado formas eficientes e economicamente responsáveis de melhorar e agilizar os transportes para os cidadãos.
Além disso, o ônibus é extremante flexível. Isso a história dos transportes coletivos mostra. É o único meio que consegue atender de maneira rápida ao crescimento populacional e econômico de várias regiões. Quantas vezes um investimento público ou privado repentinamente tornou um bairro, vila ou cidade interessante e provocou de forma imediata crescimento da população local. Nem sempre havia tempo de projetar e implantar uma ferrovia, mas o ônibus já estava lá atendendo à demanda. Depois é que seria possível analisar se o ônibus continuaria dando conta ou se seria interessante investir também em outro modal.
As cidades são dinâmicas e muitas vezes mudam seus perfis econômicos e de ocupação. Quantas áreas eram majoritariamente industriais e por motivos marcoeconômicos ou mesmo políticos mudavam as suas características para, por exemplo, o setor de serviços. Foi o que ocorreu com o ABC Paulista, cuja cidade de Santo André, tem uma via chamada Industrial, por causa das fábricas e que hoje praticamente não tem nenhuma indústria. O ônibus consegue ter suas linhas e serviços adequados para cada realidade nova que exige perfis de desloc BBamentos diferentes
Nos anos de 1970, quando o Metrô de São Paulo foi implantado (tardiamente, é bom frisar), muitos diziam que seria o fim de boa parte dos serviços de ônibus na maior cidade da América Latina.
Que nada. O que houve foi apenas uma readequação dos serviços de ônibus. E mais, a história mostra que quanto mais se investe em modal metroferroviário, mais o ônibus ganha importância. Afinal, as pessoas precisam chegar de maneira eficiente a um transportes de grande demanda também eficiente.
Por isso que todo investimento em linhas de trens e metrô deve vir acompanhado de investimentos para a modernização e melhor operação dos sistemas de ônibus. Afinal, um meio de transporte complementa o outro.
Assim, o ônibus sempre será essencial em qualquer cidade, independentemente do porte do município. O papel não apenas econômico, mas social e de integração do ônibus, unindo pessoas e dando acesso aos serviços básicos, jamais será anulado e sempre estará a serviço da população.
Publicado em 18/11/2012 por Adamo Bazani, repórter da Rádio CBN, jornalista especializado em transportes. Blogpontodeonibus

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

ANPET 2012 em Joinville - SC.

De 28/10 a 01/11 - participei na condição de ouvinte no evento da ANPET 2012 em Joinville.

Parabenizo a ANPET e a UFSC pelo sucesso do evento XXVI Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes.

Evento gerou ótimos aprendizados em busca do melhor transporte, mobilidade, acessibilidade e logistica urbana. 

Excelentes trabalhos foram apresentados. Cases de sucesso internacionais e nacionais. 

Hoje visitei a empresa ArcelorMittal em São Francisco do Sul. Excelente organização!

Abraço e sucesso em especial ao Prof. Acires.

Palestrante José Rovaní