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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Você já ouviu falar em Pit Stop de Ônibus?

  
ônibus
Parte da equipe de manutenção da Leblon de Mauá na área onde é realizada a inspeção dos ônibus. Como um Pit Stop de Fórmula Um, o ônibus chega da viagem e antes de ser recolhido tem os principais itens verificados pelos profissionais: pneus, elétrica, funilaria e mecânica são pontos analisados detalhadamente. Ação não substitui manutenção preventiva e corretiva tradicional. É uma ação que se soma para dar garantias de segurança, conforto e cumprimento de viagens para os passageiros. Foto: Adamo Bazani.
Um Pit Stop para sua a segurança e serviços mais confiáveis
Grupo Leblon traz para Mauá sistema de verificação das condições do ônibus para detectar eventuais problemas prematuramente e diminuir as ocorrências de quebras durante as viagens.
ADAMO BAZANI – CBN

A verificação é completa. O veículo para e instantaneamente tem todos os principais itens analisados por uma equipe de profissionais: pneus, freios, suspensão, parte elétrica e direção. Estando tudo em ordem ou após possíveis correções, ele pode rodar com toda a segurança, oferecendo o melhor nas pistas e tudo que o fabricante incorporou em relação a conforto e desempenho.
Logo de cara, a impressão que se pode ter é de que o texto se refere a um Pit Stop de Fórmula Um, quando o carro tem uma revisão completa e rápida para continuar na corrida.
O princípio é semelhante, mas toda esta ação é voltada para ônibus e é empregada pelo Grupo Leblon Transporte de Passageiros em Mauá.
O trabalho de verificação de condições dos veículos logo que eles chegam das ruas já é feito pelo Grupo Leblon no Paraná que traz a inovação para o município de Mauá.
“É uma garantia a mais para a população de que o índice de quebras dos veículos continuará a ser reduzido. O passageiro também conta com mais segurança e maior certeza do cumprimento de viagens” – destaca o coordenador de manutenção Marcos da Silva, da Leblon de Mauá.
Toda a vez que os ônibus chegam das ruas, eles passam imediatamente por uma valeta de inspeção. Nela, três profissionais, um embaixo ônibus, outro do lado externo e outro dentro, verificam a parte elétrica, o que inclui o funcionamento das luzes de sinalização, essenciais para segurança, a funilaria, os pneus e a parte mecânica, como freios, suspensão, eixos, sistema de direção e tantos outros equipamentos fundamentais para a segurança e conforto.
Enquanto um profissional na valeta inspeciona toda a parte de baixo do ônibus, na carroceria todas as principais funções são analisadas, desde o acionamento dos botões de solicitação de parada, a afixação dos balaústres. O elevador para portadores de necessidades especiais é verificado também toda a vez que o ônibus chega e toda a vez que o ônibus sai da garagem.
Esta prática otimiza a manutenção e minimiza o tempo que os ônibus ficam parados por conta de problemas mecânicos, o que aumenta a disponibilidade dos veículos para a população.
Além disso, pode detectar eventuais problemas logo no início, diminuindo o risco de os ônibus quebrarem nas ruas ou ficarem na garagem para longos reparos.
“Não importa se, por causa da escala, o ônibus vai voltar por dia a garagem uma, duas, três, quatro vezes. Sempre vai ser feito este procedimento, quantas vezes por dia for preciso” – conta Marcos.
Ele também diz que estas verificações não substituem as manutenções tradicionais, como a preventiva, determinada pela quilometragem, modelo e perfil da linha do ônibus, e as intervenções corretivas habituais.
“Não tem substituição, é uma ação mais. Ônibus com manutenção em dia é pensar no bem estar, na segurança, no conforto e no cumprimento das viagens para o passageiro” – concluiu.

Publicado em 13/02/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
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