Palestra para Motoristas

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Arquivo: HighPluss Treinamentos, 2017.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O brilho e a mensagem dos ônibus de Natal



ônibus de Natal
Ônibus de Natal da Sambaíba, em São Paulo
ônibus de Natal
Ônibus da Noiva do Mar, no Rio Grande do Sul
O brilho dos ônibus Natalinos
Iniciativas de empresas e funcionários dos transportes já são tradição em muitas cidades e acabam sendo uma forma de alegrar a rotina dos passageiros
ADAMO BAZANI – CBN
Por onde eles passam, as reações são as mais diversas possíveis. Admiração, sorrisos, brilhos nos olhos e até lágrimas. Às vezes as pessoas tentam disfarçar, outras não deixam a timidez ou orgulho tomar conta.
Os ônibus natalinos já são tradição em várias cidades, das menores até as metrópoles.
Iniciativas de empresas ou mesmo isoladas dos próprios funcionários dos transportes públicos não deixam de ser uma maneira de alegrar a difícil rotina dos passageiros e de, por alguma maneira, dizer “obrigado” a população que é a verdadeira razão de um serviço de ônibus existir.
Ônibus são para pessoas e como a própria origem do nome diz, são para todos.
E como são para pessoas, os ônibus transportam sonhos. E nada melhor que o Natal para expressar isso. Natal é época de sonhar, de o adulto voltar à pureza de coração de uma criança, Natal é viagem, uma viagem ao interior. E que tal pegarmos nosso “ônibus dos sentimos” e irmos lá dentro, no nosso fundo do coração, e embarcarmos nossos bons desejos e levá-los a um local de destaque entre nossas metas?
Ônibus natalinos simples, às vezes com um adesivo apenas, outros mais decorados, cheios de iluminação e até corais de música. Papai Noel que dirige e transporta os passageiros no seu dia a dia, ônibus que é usado para levar solidariedade ajudando instituições que atendem aos mais carentes, enfim, ônibus natalino é parte já desta época do ano na qual as pessoas têm a oportunidade de refletir.
ônibus Natal
Ônibus enfeitado para transporte de turistas, no Paraná
ônibus Natal
Em diversos países, os ônibus natalinos também são tradição.
Deixe as luzes destes gigantes serem indutoras de uma luz maior, que existe dentro de cada um, mas que às vezes, precisa ser redescoberta. E os ônibus natalinos acabam ajudando isso, mesmo em meio ao estresse das cidades.
Eles levam alegria e solidariedade, conforto e um carinho, tudo o que o mestre desta data, Jesus Cristo, pregou. E seus ensinamentos são também para todos, independentemente de crenças ou religiões. As pessoas podem até não acreditar em Jesus como Deus, como Salvador, mas devem reconhecer a importância de sua mensagem de amor ao próximo. Amar ao próximo é sobretudo pensar no coletivo.
Feliz Natal.
Publicado em 25/12/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

Mini-ônibus Bravis já está em produção



Kamaz Marco

Fruto da parceria entre a russa Kamaz e a brasileira Marcopolo, o mini-ônibus Bravis teve linha de produção inaugurada em dezembro. Executivos das duas empresas estiveram presentes e anunciaram que a estimativa é que até 2016, a joint-venture Kamaz Marco tenha capacidade de produção de 3 mil ônibus por ano. Para 2013, a previsão é de 500 unidades do Bravis. Foto: Divulgação da Kamaz.
Pequeno ônibus Bravis já está em produção
Veículo é fruto da parceria entre a russa Kamaz e a brasileira Marcopolo e vai atender a parte da Europa
ADAMO BAZANI – CBN
O mini-ônibus Bravis já está em produção na Rússia, informa a imprensa do País. O pequeno veículo é fruto da parceria da fabricante de chassis russa Kamaz e da brasileira Marcopolo, que faz carrocerias.
A estréia internacional do ônibus, que será comercializado para boa parte da Europa, ocorreu no dia 14 de dezembro, na 2ª Edição do Fórum Empresarial Brasil-Rússia, em Moscou, que contou com a presença da presidente brasileira Dilma Rousseff.
A chefe de Estado brasileira esteve no País em uma série de eventos para fortalecer as relações comerciais entre as duas nações.
Um protótipo foi apresentado pela primeira vez no Comtrans-2011, evento voltado para os empresários de transportes, e despertou interesse por suas dimensões reduzidas e baixo custo operacional informado pelas fabricantes.
CARACTERÍSTICAS:
O mini-ônibus tem capacidade para transportar 21 passageiros sentados. A carroceria foi desenvolvida pela Marcopolo e o chassi é KAMAZ 3297. O motor é da Cummins e atende às exigências de redução de poluição baseadas nas normas internacionais Euro 4. (No Brasil já está em vigor legislação que se baseia num conjunto mais avançado, o Euro 5). A transmissão do pequeno Bravis é da ZF, o eixo Daimler e os freios da Knorr Bremse.
PLANOS COMERCIAIS:
A perspectiva para o ano de 2013 é de produção de 500 unidades do pequeno ônibus.
Em setembro de 2011 foi firmada uma joint-venture entre a russa Kamaz e a brasileira Marcopolo, formando a “Kamaz – Marco”, que também abre caminho para o encarroçamento de outros modelos pela Marcopolo no mercado russo.
O mini-ônibus atende às exigências em relação aos transportes de passageiros previstas pela CEI – Comunidade dos Estados Independentes, formada por ex- repúblicas soviéticas. O veículo é fabricado na planta OJSC “KAMAZ” – OJSC “NEFAZ” – Neftekamsk, República da Bashkortostan.
Até 2016, a joint-venture Kamaz – Marco pretende ter capacidade de fabricar 3 mil ônibus por ano.
“A linha de produção do Bravis foi inaugurada solenemente com a presença do diretor-geral da Marcopolo na Rússia, Iúri Caio, do diretor-geral-adjunto da Kamaz para equipamentos especiais, Nikolai Pronin, do diretor-geral da joint-venture russo-brasileira Kamaz-Marco, Ilchat Singatullin, assim como de executivos da Nefaz e representantes das empresas distribuidoras”, segundo a MetalInfo.
Publicado em 25/12/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Emplacamentos de ônibus crescem e Marcopolo Torino lidera o mercado geral


onibus
Vendas de ônibus na primeira quinzena de dezembro em comparação a primeira quinzena de novembro tiveram expressiva alta de 52,28%. Mas no acumulado do ano frente a 2011, a queda é de 13,85%. O modelo mais vendido do mercado continua sendo o urbano Marcopolo Torino, sobre chassi Mercedes Benz, com um total de 2 mil 683 unidades. Foto: William Bispo
Vendas de veículos sobem 20% em dezembro, de acordo com a Fenabrave
Elevação dos emplacamentos de carros e comerciais leves foi de 22,19% e de ônibus e caminhões, a alta chegou a 15,44%
ADAMO BAZANI – CBN
O mercado de automóveis, que oscilou durante todo o ano, registrando inclusive quedas substanciais de vendas, começou a reagir de maneira mais forte na reta final do ano.
A Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou nesta terça-feira, dia 18 de dezembro, os números de emplacamentos de veículos referentes a primeira quinzena de dezembro.
De acordo com os dados da Federação, foram emplacados 273 mil 412 veículos, entre motos, carros de passeio, comerciais leves, caminhões e ônibus. O número é 19,55% maior em comparação a primeira quinzena de novembro, quando saíram das lojas e concessionárias 228 mil 700 automotores.
O total é 2,03% maior se for comparada a primeira quinzena útil de dezembro deste ano com igual período de 2011, quando foram emplacados 267 mil 970 veículos.
Na comparação do acumulado entre janeiro e a primeira quinzena de dezembro deste ano com o acumulado de 2011, foram vendidos menos automóveis. Os emplacamentos caíram 1,44 % neste intervalo de 2012 com 5 milhões 349 mil 713 veículos ante 5 milhões 428 mil 024 unidades.
Por segmentos, os números mostram realidades diferentes. Na comparação de um ano para o outro, as vendas de carros leves aumentaram na primeira quinzena de dezembro, enquanto de veículos pesados registraram queda.
CARROS DE PASSEIO E COMERCIAIS LEVES:
Na primeira quinzena de dezembro, foram emplacados 181 mil 623 veículos de pequeno porte, dos quais 141 mil 444 carros e 40 mil 179 comerciais leves. A alta sobre a primeira quinzena de novembro foi de 22,19% e na comparação com os primeiros quinze dias de 2011, a elevação nas vendas foi de 15,29%.
No acumulado do ano, os emplacamentos de veículos pequenos, de acordo com a Fenabrave, cresceu 6,72%, somando 3 milhões 472 mil 285 veículos ante 3 milhões 253 mil 614 unidades.
ÔNIBUS E CAMINHÕES:
O mercado de ônibus e caminhões registou recuperação na primeira quinzena de dezembro, após forte retração por causa da desaceleração econômica e da entrada de uma nova tecnologia de redução de emissão de poluentes, com base nos padrões internacionais Euro V, que deixou os veículos movidos a diesel mais caros.
Na primeira quinzena de novembro, foram emplacados 9 mil 38 veículos pesados, dos quais 7 mil 270 caminhões e 1 mil 768 ônibus. A alta foi de 15,44% em relação à primeira quinzena de novembro. Destaque para o setor de ônibus, que emplacou 52,28% mais veículos na comparação com os primeiros quinze dias úteis de novembro.
No entanto, na comparação com a primeira quinzena de dezembro do ano passado, os emplacamentos de pesados registraram queda de 3,47%. Essa queda foi puxada pelo setor de caminhões, que teve perdas de 5,68%. Na comparação no mesmo período, foram emplacados 6,83% ônibus a mais.
Mas na comparação de acumulados dos anos, os dados não são nada positivos para o mercado de veículos pesados.
A queda é de 18,62%, com 160 mil 907 unidades ante 197 mil 718. A baixa nos emplacamentos de caminhões foi de 19,57% com 132 mil 468 unidades contra 164 mil 706. Já as vendas de ônibus, segundo a Fenabrave, tiveram queda de 13,85% com 28 mil 439 unidades entre janeiro e a primeira quinzena de dezembro deste ano. No acumulado de 2011, foram emplacados 33 mil 012 ônibus
MARCAS E MODELOS DE ÔNIBUS:
O levantamento mostra que a Mercedes Benz lidera os emplacamentos de ônibus de diversos segmentos com mais de 40% do mercado.
Confira os números do acumulado do ano com a relação de marcas / unidades / participação de mercado
1º) Mercedes Benz – 12.435 – 43,73%
2º) Volkswagen/MAN – 7.593 – 26,70%
3º) Marcopolo – 3.163 – 11,12% (considerando os mini-ônibus Volare, que são vendidos completos, com chassi da Agrale)
4º) Iveco – 1716 – 6,03%
5º) Volvo – 1.633 – 5,74%
6º) Scania – 1003 – 3,53%
7º) Agrale – 653 – 2,30%
8º) International – 57 – 0,20%
Modelos de Ônibus:
Por segmentos, os números de emplacamentos referentes ao acumulado do ano mostram predominância da Mercedes Benz entre as marcas. Enquanto a Agrale com o Volare, da Marcopolo, lidera as vendas de ônibus pequenos, todos os outros segmentos têm a Mercedes como líder.
– Micro-ônibus:
Marcopolo/Volare W9 – 863 unidades
- Ônibus Midi:
Mercedes Benz / Mascarello Gran Midi – 221 unidades
- Ônibus Urbanos
Mercedes Benz / Marcopolo Torino – 2.683 unidades.
- Ônibus Rodoviários:
Mercedes Benz / Marcopolo Ideale – 932 unidades.
MOTOS:
O segmento de motos registou alta na comparação entre as quinzenas, mas no acumulado do ano teve vendas em baixa.
Na primeira quinzena de dezembro, foram emplacadas 75 mil 186 motos e na primeira quinzena de novembro foram 65 mil 525 unidades. Na comparação entre estes dois períodos, a alta foi expressiva, de 14,74%. Mas na comparação entre a primeira quinzena de dezembro deste ano e a primeira quinzena de dezembro de 2011, a queda foi de 20,21%. Nos quinze primeiros dias úteis de dezembro de 2011, foram emplacadas 94 mil 224 motos.
No acumulado de 2012 até agora comparando com o acumulado de 2011, as perdas são de 14,48%, com 1 milhão 584 mil 684 motos contra 1 milhão 841 mil 249 unidades.
Publicado em 18/12/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

domingo, 16 de dezembro de 2012

Empresa da Marcopolo assume controle acionário de fabricante de ônibus rodoviários na Argentina



Metalsur
Metalsur, encarroçadora de ônibus rodoviários da Argentina, teve controle assumido pela Metalpar, empresa com participação da brasileira Marcopolo, que amplia a participação no País. Entre os veículos de destaque da Metalsur estão modelos rodoviários de dois andares de alto padrão
METALPAR AMPLIA ATUAÇÃO E ADQUIRE CONTROLE DA METALSUR, FABRICANTE ARGENTINO DE ÔNIBUS RODOVIÁRIOS
Com aquisição, coligada da Marcopolo ingressa no segmento rodoviário
Metalpar S.A., fabricante argentino de ônibus urbano e pertencente à Marcopolo S.A., e à Inversiones Loma Hermosa, da Argentina, assinou nesta sexta-feira, 14 de dezembro, contrato para a compra de 51% de participação na empresa Metalsur Carrocerias S.R.L., também argentina. O montante a ser desembolsado entre os sócios será de US$ 9 milhões.
Segundo a direção da Marcopolo, a aquisição tem por objetivo ampliar a atuação no mercado argentino e aumentar a oferta de modelos para os clientes, uma vez que a Metalpar é especializada na produção de ônibus urbanos e a linha da Metalsur complementará o portfólio com veículos rodoviários.
“Com mais esta aquisição a Marcopolo segue o seu plano de crescimento e de investimentos, agora com presença mais forte no mercado argentino de ônibus rodoviários, porque, além dos produtos que hoje exportamos do Brasil, iremos produzir localmente. Assim, poderemos oferecer uma linha completa de modelos, desde urbanos até os rodoviários de dois andares”, explica Ruben Bisi, diretor de estratégia e marketing institucional.
A Metalpar, que passou a ter a participação da Marcopolo em 2010, é líder argentina na produção de ônibus urbanos, com volume de 1.387 unidades nos primeiros 11 meses de 2012. A empresa conta com 700 colaboradores, possui operação em Loma Hermosa, em área total de mais de 50 mil metros quadrados, e capacidade para produzir 16 ônibus por dia.
A Metalsur, fundada em 1989, é especializada na fabricação de carrocerias de ônibus rodoviários, com destaque para os modelos de dois andares (Double Decker). A companhia é sediada na cidade de Rosário, Província de Santa Fé, Argentina, e produz em média 200 unidades de ônibus de dois andares por ano.
Fonte: Secco Comunicação – Assessoria Marcopolo
Publicado em 14/12/2012 no site Blogpontodeonibus.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Ônibus elétrico recarrega bateria sem necessidade de fio



onibus
Universidade dos EUA desenvolve ônibus elétrico cujas baterias são recarregadas nas paradas por indução magnética. A vantagem é que as baterias podem ser menores e a recarga é feita de maneira rápida. Divulgação.
EUA desenvolvem ônibus elétrico que recarrega bateria sem fio
Veículo usa sistema de indução magnética, igual Smartphone
ADAMO BAZANI – CBN
Ônibus com formas de tração alternativas ao petróleo já são realidade e devem estar cada vez mais presentes nas cidades. O processo é irreversível.
Os esforços agora são para deixar estes veículos mais práticos e baratos.
Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, deram um importante passo neste sentido.
Eles desenvolveram um ônibus elétrico que recarrega as baterias por indução magnética: é o Aggie Bus, que já está circulando em Logan, onde está a universidade.
O veículo para nos pontos para embarque e desembarque de passageiros. No local há uma plataforma que realiza a transmissão de energia para os captadores do ônibus. Para que isso funcione, há transformadores no solo e no veículo.
Por conta da dificuldade de parar o veículo com precisão no local onde estão os equipamentos, há uma espécie de margem de tolerância.
Se o motorista parar cerca de 15 centímetros fora da localização do equipamento, a condução elétrica de 25 kW para as baterias terá 90% de aproveitamento.
De acordo com os pesquisadores, pelo fato de os ônibus terem rotas determinadas, é possível calcular a autonomia das baterias e qual a distância necessária entre um ponto e outro. Como as recargas são constantes, as baterias podem ser menores, representando menos peso para o motor tracionar e menos espaço ocupado na carroceria, o que representa mais economia, menos desgaste de peças e maior espaço para os passageiros.
O projeto foi aprovado pelo governo de Utah e a universidade criou uma empresa própria, a WAVE, para desenvolver sistemas de baterias que possam receber recarga de 50 kW a cada parada e assim, fazer um ônibus de maior porte.
O protótipo da Universidade é um modelo pequeno.
A indução magnética do ônibus funciona como o sistema de recarga sem fio de Smartfones  mas com dimensões e cargas diferentes.
Publicado em 06/12/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Flamengo recebe primeiro ônibus Euro 5 da Seleção Volksbus


O Clube de Regatas Flamengo, um dos times de futebol mais tradicionais do Brasil, acaba de receber o primeiro ônibus Volkswagen do projeto Seleção Volksbus com tecnologia Euro 5, atendendo às normas de emissão do Proconve P7. O Volksbus 18.330 OT foi entregue na sede do clube, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (30/11) e contou com a presença da presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, jogadores do clube e representantes da MAN Latin America. O modelo VW 18.330 OT será utilizado para o transporte de jogadores e comissão técnica do time rubro negro.
O veículo conta com pintura personalizada nas cores preto e vermelho, escolhida pelos próprios torcedores, em votação realizada pela página oficial do Flamengo no Facebook. A carroceria Marcopolo G7 Paradiso 1200 oferece alto nível de conforto, comparada com os ônibus usados por times europeus. Os detalhes internos também seguem as cores do clube, com 38 poltronas semi-leito revestidas em couro com espaçamento diferenciado, telas de LCD retráteis, dois refrigeradores e toalete.
Este é o segundo veículo cedido em comodato pela MAN Latin America ao Flamengo. O primeiro foi entregue em 2008, o qual será adquirido pelo clube para transportar a equipe da divisão de base “O time do Flamengo terá um reforço de peso para sua etapa 2013. Com o novo veículo Euro 5, a equipe desfrutará do que há de mais moderno no transporte brasileiro.
Esta confiança é reflexo do comprometimento que a MAN Latin America tem em oferecer o melhor serviço a seus parceiros”, diz Ricardo Alouche, diretor de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America. O projeto chamado Seleção Volksbus começou em 2007. Além do Flamengo, Vasco, Fluminense, Resende, Volta Redonda, Internacional, Grêmio, Atlético Paranaense, Palmeiras, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Goiás, Atlético Goianiense, Bahia, Sport e Náutico e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também receberam modernos ônibus Volkswagen feitos sob medida para o transporte de seus jogadores e comissões técnicas.
VW 18.330 OT – um rodoviário que bate um bolão
A opção rodoviária da MAN Latin America vem equipada com motor Cummins ISL de 8,9 litros e 330 cavalos de potência, que trabalha com tecnologia SCR e utiliza ARLA 32 para atender os limites de emissões do PROCONVE P7.
Conta com caixa de transmissão Eaton FSBO 9406 AE com servo assistência, o que garante facilidade nas trocas de marchas e maior conforto ao motorista. O modelo apresenta ainda retarder Voith VR 123 como opção, o que garante maior durabilidade ao sistema de freios e maior segurança em aplicações com alta exigência do sistema de freios. O desenvolvimento de diversos outros componentes do trem de força focados no aumento de durabilidade, como cardan e eixo diferencial, fazem desse modelo um dos mais robustos da categoria.
A eletrônica embarcada, marca dessa nova linha, está presente em diversos aspectos do desenvolvimento. O design do novo painel beneficia a ergonomia e os novos indicadores permitem o controle mais eficiente das funções do veículo. De forma mais discreta, novas funcionalidades auxiliam ainda na forma adequada de condução e controle do veículo.
Fonte: MAN Latin America
Publicado em 04/12/2012 por Rafael Brusque Toporowicz no site blogdocaminhoneiro.com/flamengo-recebe-primeiro-onibus-euro-5-da-selecao-volksbus

Ouro e Prata renova frota, adota nova identidade visual e inaugura novo serviço



onibus
Viação Ouro e Prata renova um quarto de sua frota com veículos mais modernos e confortáveis. Foram comprados 50 ônibus num investimento de cerca de R$ 30 milhões. Ônibus receberam nova identidade visual Foto: Divulgação Ouro e Prata
Viação Ouro e Prata investe R$ 30 milhões em nova pintura e renova identidade visual
Empresa também inaugurou um novo serviço, “Premium” com ar condicionado inteligente, tomadas para carregadores de baterias de celular e notebook e internet grátis
JOABEL PEREIRA
A Viação Ouro e Prata apresentou nesta terça-feira, 4 de dezembro, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, os primeiros veículos da renovação de um quarto de sua frota. A empresa também modificou a identidade visual de seus ônibus e lançou um serviço especial nas linhas leito e executivo. Todas as ações visam aumentar a qualidade do transporte, com mais conforto, bem estar e segurança aos passageiros, com itens de inovação na acomodação e na temperatura interna, além de contribuir para a preservação do meio ambiente.
NOVA FROTA
Com investimento de R$ 30 milhões, a Viação Ouro Prata adquiriu 50 ônibus de última geração, motor Mercedes Benz da família O 500 e carroceria da Marcopolo Paradiso, da Geração Sete, o que representa a renovação de 25 por cento de sua frota, que passa a ter idade média de 3,8 anos após a compra.
Os primeiros 12 veículos já estão em operação.
Todas as unidades já seguem as determinações de restrição de emissão de poluição previstas pela sétima fase do Proconve – Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, que tem como base os padrões internacionais Euro V. Abastecidos com diesel S 50, que tem menor teor de enxofre e usando um fluido a base de ureia industrial no sistema de escape, o ARLA 32, os ônibus podem emitir até 80% menos materiais particulados e reduzirem em 63% o lançamento de óxidos de Nitrogênio (Nox).
Comparando a emissão de poluentes, a redução pode chegar a 37 vezes a menos do que os veículos fabricados até 1.995 e cinco vezes a menos do que os fabricados em 2005.
NOVA PINTURA
Os primeiros 12 ônibus em circulação, já estão com a nova identidade visual, mantendo as cores branca, azul e amarela, em tons e formas que transmitem leveza e segurança, acrescentando uma lista na lateral.
SERVIÇO PREMIUM
onibus
Além de frota nova, a Ouro e Prata inaugura novo serviço para as categorias leito e executivo. No serviço Premium, a quantidade de poltronas é menor, o que resulta em mais espaço para os passageiros e maior inclinação dos bancos. Internet grátis, tomadas para celulares e computadores portáteis e um ar condicionado inteligente são alguns dos itens de conforto oferecidos pelo serviço. Foto: Divulgação
A Ouro e Prata também lançou o “Serviço Premium”, que atenderá os passageiros das linhas leito e executivo, com itens de conforto diferenciados nos transporte rodoviário de passageiros, sendo que cada veículo tem apenas 26 poltronas, o que resulta em mais no conforto para o passageiro.
No serviço Premium, as poltronas têm novos encostos para a cabeça e apoios para os braços, utilizando espuma especial e antialérgica e com piso de madeira. Pelo fato de haver apenas 26 lugares, foi possível ampliar o espaço entre as poltronas, que assim passam a ter maior inclinação, sendo mantido o descanso para os pés.
Todos os veículos do Serviço Premium oferecem wireless (internet grátis), tomadas para carregar baterias de computador e telefone, fones de ouvido e, como outra novidade, o ar condicionado inteligente. Por esse sistema, a temperatura interna é regulada automaticamente, a partir das condições externas do tempo. Ou seja, se o clima externo estiver frio, a temperatura interna será ampliada e se o tempo estiver quente, dentro do ônibus o ar será resfriado. As temperaturas internas, no entanto, são programadas para oferecerem conforto aos passageiros e seguem os limites estabelecidos nas convenções internacionais.
Fonte: Joabel Pereira, jornalista
Publicado em 04/12/2012 no site blogpontodeonibus

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Aniversário da HighPluss - Joinville - SC. - Brasil


Dia 26/11/2012 a HighPluss Exportação, Consultoria e Treinamentos completou o sexto aniversário de fundação com uma trajetória de muitos aprendizados e grandes conquistas. Cada ano que passa a HighPluss avança nos projetos diferenciados em atender de maneira VIP seu Cliente.

A HighPluss muito agradece a todos "Clientes, Fornecedores e Parceiros" por acreditarem na proposta e na execução de projetos focados no melhor para o Cliente. A empresa desenvolve suas atividades profissionais focada nas competências para a realização dos projetos, bem como nas habilidades  e atitudes necessárias em tornar o projeto do Cliente um sucesso. Seu diferencial é entender a realidade do Cliente, para que possa propor projetos inovadores focados em gerar resultados prósperos no ambiente onde atua. A base do sucesso da HighPluss está nos investimentos em educação profissional e pessoal dos colaboradores, para que tenha sustentabilidade e gere grandes benefícios ao seu Cliente.

A empresa atende os mercados do Brasil e América Latina, com ênfase em Palestras VIP para Motoristas, Consultoria Técnica e Exportação de peças no segmento de Transportes de Passageiros e Cargas. 

Prosperidade aos atuais e futuros "Clientes, Fornecedores e Parceiros" da HighPluss,

HighPluss - Soluções VIP nas Práticas Profissionais - Hands On
Joinville - SC. - Brasil
contato@highpluss.com.br

domingo, 18 de novembro de 2012

Expresso Brasileiro: Muito mais que uma Sala Vip



onibus
Agência do Expresso Brasileiro na Avenida Ipiranga, no centro da cidade, na São Paulo elegante dos anos de 1950, oferecia muito mais que venda de passagens. Com bares, restaurante, tabacaria, sala de cinema e até com uma inovadora TV, virou ponto de encontro e de passeio. Foto/Acervo: Dalton Costa
Muito mais que uma Sala Vip
Na elegante São Paulo dos anos de 1950, agência do Expresso Brasileiro na Avenida Ipiranga tinha até sala de cinema
ADAMO BAZANI – CBN
Hoje as “Salas Vip” das empresas de ônibus são uma tendência nos principais terminais rodoviários do País e uma forma encontrada pelas viações de atrair mais passageiros, muitos que haviam migrado para o setor aéreo.
Algumas salas são vip mesmo, com bebidas, internet grátis, totem de autoatendimento, TVs e painéis de informação. Outras não passam na verdade de espaços delimitados por divisórias dentro das rodoviárias, quentes, com poltronas pouco confortáveis e cafezinho ou capucino em pó e pago a parte.
Mas antes mesmo de se tornarem moda, não exatamente com o nome Sala Vip, havia espaços de bem estar e convivência para passageiros de grandes empresas de ônibus.
E na elegante São Paulo dos anos de 1950, quando até o mais simples trabalhador se trajava de forma alinhada, um destes espaços chamava a atenção.
Era a agência do Expresso Brasileiro Viação Ltda na Avenida Ipiranga, no centro da cidade. Criado em outubro de 1941 pelo empresário espanhol Manoel Diegues para fazer a ligação entre São Paulo e Santos, o Expresso Brasileiro nos anos de 1950 começou a atender as linhas São Paulo – Ribeirão Preto, São Paulo – Lindoia, São Paulo – Poços de Caldas e São Paulo – Sorocaba, além de ter sido convidado, e aceito, para operar a disputada e rentável linha Rio – São Paulo.
Mas antes mesmo desta expansão, a agência esbanjava luxo e refletia uma época que o belo da cidade não necessariamente contrariava o seu crescimento e vice e versa. Infelizmente, com o passar do tempo, sinal de crescimento se tornou sinônimo de imagens como casas e prédios precários, favelas, lixo, ruas esburacadas, comércio ambulante descontrolado, etc.
O espaço foi inaugurado em 1º de agosto de 1951, no número 885 da Avenida Ipiranga, perto da Avenida São João.
O local tinha de tudo e não se limitava a vender passagens de ônibus e ser uma área onde os passageiros embarcavam e desembarcaram. Os ônibus paravam ali e, mesmo com a frota de veículos de São Paulo já sendo uma das maiores do país, não atrapalhavam o trânsito. Não havia ainda a Rodoviária Júlio Prestes, inaugurada oficialmente em 25 de janeiro de 1961.
Na agência do Expresso Brasileiro era possível comprar passagens ferroviárias, marítimas e aéreas.
Havia também tabacarias, lojas de doces, bar, restaurante, bares, barbeiro, salão de cabeleireiro, banca de jornal e revista, área de bem-estar e convivência e até exposição de materiais artísticos. Na parte de baixo, no subsolo, também havia uma TV, aparelho raro no Brasil, e uma sala de cinema com exibições gratuitas.
O local, apesar de ser destinado às operações do Expresso Brasileiro, servia com o ponto de encontro e até passeio na cidade, inclusive por quem não ia viajar. Muitos dizem que iam tomar um cafezinho na agência para ver o movimento de ida e chegada dos passageiros nos ônibus GM Coach que o EBVL possuía.
A iniciativa não poderia vir de outro empresário que não tivesse o empreendedorismo e visão de negócios do fundador da companhia, Manoel Diegues.
Ele sempre dizia que não queria apenas transportar pessoas, mas sim transportar bem.
E sabia que ônibus bons e horários cumpridos é o essencial que todo o passageiro quer. Mas, antes mesmo da moda de chamar passageiro de cliente, Manoel Diegues já tinha esse conceito e a noção de que para se destacar tinha de oferecer além do básico.
Também sabia que a empresa tem de se comunicar com o usuário. Hoje em dia, em plena era da internet, muitas companhias sequer têm sites ou quando possuem, servem apenas para vender passagens, não apresentando sequer um conteúdo interessante. Nos anos de 1950, Diegues mandou o Expresso editar sua própria revista de bordo, “Viajando”, com circulação bimestral e tiragem de 20 mil unidades por edição. Os assuntos eram os mais variados e prendiam a atenção do passageiro.
Há quem diga que no afã de oferecer serviços diferenciados e de destacar o nome do Expresso, Manoel Diegues acabou exagerando em algumas decisões, como, por exemplo, patrocinar espetáculos artísticos e transportar gratuitamente para os shows , “as estrelas do rádio”, em especial da Rádio Record, Gazeta e São Paulo.
No entanto, não foi isso que acabou prejudicando os planos de Manoel Diegues de crescer com sua empresa. As dificuldades de liberação na Alfândega dos ônibus importados dos Estados Unidos em 1958 para fazer frente a principal concorrente na linha Rio-São Paulo , Viação Cometa, que em 1954 havia recebido os Morubixaba, também dos Estados Unidos, acabaram sendo os fatores mais determinantes, entre outros, que impediram a manutenção do ritmo de crescimento do Expresso. Desanimado e em dificuldades financeiras, no início dos anos de 1960, Manoel Diegues vendera a empresa que foi, em sua época, reconhecida por ter sido a maior organização rodoviária da América Latina.
Mas deixou um legado e marcou uma nova fase de relacionamento entre empresas de ônibus e passageiros.
Este artigo teve como base dados da Junta Comercial de São Paulo, de sites especializados e no livro “Sonhos sobre Rodas”, de Antônio Rúbio de Barros Gômara e Nélio Lima, editado pela Abrati e “leitura obrigatória” de quem se interesse não só pela história dos transportes, mas do desenvolvimento de várias regiões do País.
Publicado em 17/11/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus

Ônibus: um meio de transporte para sempre!



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Os que dizem que a expansão de outros modais vai colocar em segundo plano a importância dos ônibus, ou não possuem conhecimento ou o fazem por interesse de marketing político. O ônibus, na verdade, sempre vai atender às necessidades da população e por suas características únicas de flexibilidade, quando um outro meio de transporte evolui, aí é que o ônibus se torna essencial. Foto: Trolebus na Favela da Catatumba, no Rio de Janeiro, em 1964. Acervo: Marcelo Almirante.
Ônibus: um meio de transportes que nunca vai acabar
Flexibilidade e baixo custo para implantação dos serviços são alguns dos pontos que provam que esse meio de transporte sempre vai servir à população e que se torna ainda mais importante co m a expansão de outros modais
ADAMO BAZANI – CBN
Quando se fala em novos modais de transportes e na expansão dos serviços ferroviários urbanos, muitos, por desconhecimento ou puro oportunismo de marketing político, dizem que em breve boa parte dos serviços de ônibus em diversas cidades será extinta ou se tornará obsoleta.
Há ainda os que classificam o ônibus como um meio de transporte ultrapassado, mesmo em corredores exclusivos.
O fato é que discursos como estes servem apenas para confundir a população e criar em algumas figuras públicas a falsa imagem de “inovadores”, “paladinos do progresso e da modernização”.
Os especialistas e profissionais que defendem a utilização de ônibus, a instalação de corredores exclusivos do tipo BRT e o estímulo a este meio de transportes, ao contrário do que muitos pensam, não são em hipótese nenhuma contra a ampliação das malhas ferroviárias.
Pelo contrário, têm a consciência plena de que hoje em dia, muitas demandas só serão satisfatoriamente atendidas por sistemas de grande porte como o metrô (metrô de fato, é bom destacar).
Mas tais estudiosos sabem também que há demandas que só podem ser atendidas pelos ônibus.
As razões são várias. Primeiro porque o ônibus, seja convencional, midi ou em alguns só micro mesmo, chega aonde o trilho jamais conseguiria, por mais avançados que sejam hoje os processos de engenharia. Quando se fala em mobilidade urbana, logo o fascínio pelas metrópoles é despertado. Mas o país tem dimensões de continente e cidades de todos os tipos, relevos, topografias e até condições climáticas. Para todas essas situações, há um ônibus apropriado. E até mesmo nas chamadas metrópoles, as realidades mudam em questões de poucos quilômetros percorridos.
Outro fato importante é a realidade financeira das cidades. Nem todas têm condições de implantar em tempo rápido um modal metroferroviário. Os sistemas de corredores de ônibus segregados, como os modernos BRTs – Bus Rapid Transit, ou mesmo corredores expressos simples, têm se revelado formas eficientes e economicamente responsáveis de melhorar e agilizar os transportes para os cidadãos.
Além disso, o ônibus é extremante flexível. Isso a história dos transportes coletivos mostra. É o único meio que consegue atender de maneira rápida ao crescimento populacional e econômico de várias regiões. Quantas vezes um investimento público ou privado repentinamente tornou um bairro, vila ou cidade interessante e provocou de forma imediata crescimento da população local. Nem sempre havia tempo de projetar e implantar uma ferrovia, mas o ônibus já estava lá atendendo à demanda. Depois é que seria possível analisar se o ônibus continuaria dando conta ou se seria interessante investir também em outro modal.
As cidades são dinâmicas e muitas vezes mudam seus perfis econômicos e de ocupação. Quantas áreas eram majoritariamente industriais e por motivos marcoeconômicos ou mesmo políticos mudavam as suas características para, por exemplo, o setor de serviços. Foi o que ocorreu com o ABC Paulista, cuja cidade de Santo André, tem uma via chamada Industrial, por causa das fábricas e que hoje praticamente não tem nenhuma indústria. O ônibus consegue ter suas linhas e serviços adequados para cada realidade nova que exige perfis de desloc BBamentos diferentes
Nos anos de 1970, quando o Metrô de São Paulo foi implantado (tardiamente, é bom frisar), muitos diziam que seria o fim de boa parte dos serviços de ônibus na maior cidade da América Latina.
Que nada. O que houve foi apenas uma readequação dos serviços de ônibus. E mais, a história mostra que quanto mais se investe em modal metroferroviário, mais o ônibus ganha importância. Afinal, as pessoas precisam chegar de maneira eficiente a um transportes de grande demanda também eficiente.
Por isso que todo investimento em linhas de trens e metrô deve vir acompanhado de investimentos para a modernização e melhor operação dos sistemas de ônibus. Afinal, um meio de transporte complementa o outro.
Assim, o ônibus sempre será essencial em qualquer cidade, independentemente do porte do município. O papel não apenas econômico, mas social e de integração do ônibus, unindo pessoas e dando acesso aos serviços básicos, jamais será anulado e sempre estará a serviço da população.
Publicado em 18/11/2012 por Adamo Bazani, repórter da Rádio CBN, jornalista especializado em transportes. Blogpontodeonibus

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

ANPET 2012 em Joinville - SC.

De 28/10 a 01/11 - participei na condição de ouvinte no evento da ANPET 2012 em Joinville.

Parabenizo a ANPET e a UFSC pelo sucesso do evento XXVI Congresso Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes.

Evento gerou ótimos aprendizados em busca do melhor transporte, mobilidade, acessibilidade e logistica urbana. 

Excelentes trabalhos foram apresentados. Cases de sucesso internacionais e nacionais. 

Hoje visitei a empresa ArcelorMittal em São Francisco do Sul. Excelente organização!

Abraço e sucesso em especial ao Prof. Acires.

Palestrante José Rovaní

sábado, 27 de outubro de 2012

Simulador de direção é testado no Salão do Automóvel


Equipamento passa a ser de uso obrigatório nas autoescolas a partir do ano que vem.

Foto: Rodrigo Nunes/MCidadesSimulador de direção é testado no Salão do Automóvel
O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, participou nesta quarta-feira (24) de teste realizado no simulador de direção que passa a ser obrigatório nas aulas preparatórias de motoristas a partir do próximo ano. O teste foi realizado no estande do Ministério das Cidades montado no Salão Internacional do Automóvel, no Parque Anhembi, em São Paulo (SP). O ex-piloto bicampeão de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, também participou dos testes.

Conforme decisão do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), o uso dos simuladores será obrigatório a partir de 2013 para a habilitação de novos condutores na categoria A. No próximo dia 31, o órgão deve regulamentar a decisão. “Nossa preocupação maior é com a segurança no trânsito e por isso precisamos priorizar a formação dos nossos motoristas”, afirmou o ministro, Aguinaldo Ribeiro.

Com a nova exigência, a carga horária dos cursos preparatórios deverá ser aumentada em 2,5 horas aula, o que deve gerar aumento nos valores cobrados pelas autoescolas. Hoje são exigidas 45 horas/aula de conteúdo teórico e 5 horas/aula de prática.

De acordo com o presidente da Federação Nacional das Autoescolas e Centros de Formação de Condutores (Feneauto), Magnelson Carlos de Souza,  ainda não é possível afirmar qual será o percentual de aumento, porque “isso depende da forma de aquisição do simulador por cada autoescola”.

De São Paulo, Lívia Cerezoli - Agência CNT de Notícias
Publicado em 25/10/2012 por Agência CNT de Notícias

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O novo ônibus urbano da Irizar na Europa



Irizar i3
Irizar i3 vai atender às necessidades de transporte urbano e interurbano. Veículo apresentado em Feira de Madrid tem piso baixo central e foi encarroçado sobre chassi Volvo B 7R. Foto: Leandro Ferreira/Transportes XXI
Irizar apresenta novo ônibus urbano na Europa
O modelo i3 segue as tendências de design da fabricante. Veículo é para aplicação urbana e intermunicipal. Para o Brasil, empresa ainda não tem planos para fazer veículos urbanos
ADAMO BAZANI – CBN
O veículo chama a atenção pelo o design e mostra que a Europa já incorpora conceitos de transportes rodoviários, como mais equipamentos de conforto, para os serviços urbanos.
O modelo i3, da Irizar, foi apresentado no salão de veículos comerciais em Madrid, na Espanha, FIAA Madrid 2012.
Irizar i3
Modelo segue as tendências de design da linha da Irizar e mesmo sendo um produto urbano usa elementos da linha rodoviária com o objetivo de oferecer mais conforto e sofisticação. Foto: Leandro Ferreira /Transportes XXI
Destinado para operações urbanas e interurbanas, o modelo traz elementos estéticos de toda a linha da marca, inclusive de rodoviários, com destaque para o conjunto óptico.
A unidade apresentada foi encarroçada sobre chassi B 7R da Volvo. A configuração é de piso baixo central(low entry). Além disso, a porta do meio possui uma rampa para acesso de portadores de limitações e deficiências.
A disposição interna de poltronas foi melhorada, segundo a Irizar, para comportar maior número de lugares, sem comprometer o espaço entre os bancos e o conforto. A versão de 12,5 metros de comprimento pode receber até 45 assentos. O Irizar i3 também pode ter a versão midi, intermediária entre micro-ônibus e ônibus convencional.
Foram usados novos materiais que deixam o veículo mais leve, resultando em melhor desempenho do motor e mais economia, ainda segundo a fabricante.
A estrutura segue o padrão europeu R 66/01. A parte da frente está mais resistente às colisões e o teto, mais rígido.
O modelo vai ser comercializado na Espanha e em Portugal.
Irizar i3
Interior do ônibus traz bancos mais confortáveis e modernos. Configuração do modelo de 12,5 metros pode comportar 45 assentos sem comprometer o espaço. Foto: Leandro Ferreira/Transportes XXI

ELÉTRICO:
O i3 também vai servir para o projeto de ônibus elétrico da Irizar. Hoje na Europa, as exigências por veículos com tecnologia de tração alternativa ao petróleo têm sido cada vez maiores. E a empresa não quer perder este mercado que está em crescimento, mesmo que ainda com a velocidade não desejada.
BRASIL:
A Irizar no Brasil, com sede em Botucatu, interior Paulista, fabrica apenas ônibus rodoviários. Na Fetransrio, evento organizado pela Fabus (Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus), Fetranspor (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro) e OTM Editora, a empresa lançou o modelo para médias e longas distâncias Irizar i6. O ônibus, dotado dos padrões europeus de estrutura de carroceria, se situa entre o modelo Century e o topo de linha PB e é a aposta da companhia para aumentar a participação num mercado cuja predominância é da linha Geração Sete (G 7), da Marcopolo.
Para o Brasil, não há planos por enquanto de produção de ônibus urbanos.
Publicado em 24/10/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.Com Carlos Moura, Transportes em Revista. Blogpontodeonibus.

domingo, 21 de outubro de 2012

Cachoeiro do Itapemirim recebe ônibus menos poluentes



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A cidade de Cachoeiro do Itapemirim adotou um Plano de Mobilidade que além de modernizar os sistemas de transportes com gerenciamento, monitoramento e espaços exclusivos para ônibus prevê a troca de pelo menos 10% da frota ao ano. A compra dos seis ônibus pela Viação Flecha Branca faz parte deste plano de mobilidade urbana. Foto: Divulgação Comil.
Cachoeiro do Itapemirim recebe ônibus urbanos menos poluentes
Veículos seguem a atual legislação de redução de emissões e operam pela Viação Flecha Branca. Uruguai recebe veículos brasileiros de piso baixo
ADAMO BAZANI – CBN
Depois da resistência por parte de alguns empresários em relação a entrada em vigor da fase 7 do Proconve – Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, que deixou os ônibus e caminhões bem menos poluentes, mas com preço mais elevado, agora, as cidades começam a contar com mais veículos com este padrão tecnológico que tem como base as normas internacionais Euro V.
Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, recebeu seis unidades dos novos ônibus que podem reduzir em 80% a emissão de materiais particulados e em 63% a de Óxidos de Nitrogênio. São veículos de chassi Mercedes Benz com carroceria Comil, modelo Svelto da mais recente linha da encarroçadora.
Os veículos foram comprados pela Viação Flecha Branca que investiu R$ 1,8 milhão na aquisição, de acordo com a Comil.
A renovação faz parte do Plano de Mobilidade de Cachoeiro do Itapemirim. Além da melhoria das condições do sistema de transportes, com espaços prioritários para ônibus e novas formas de gerenciamento e monitoramento das operações, o plano prevê a troca anual de pelo menos 10% da frota da cidade.
Os ônibus vão circular com um adesivo que indica que eles são menos poluentes.
A tecnologia adotada pela montadora Mercedes Benz para obedecer às metas de redução de emissão é a Redução Catalítica Seletiva, pela qual, um fluido depositado num tanque separado do tanque do diesel é injetado eletronicamente no sistema de escape. O fluido é chamado de ARLA 32 – Agente Redutor Líquido Automotivo, com 32,5% de uréia industrial em sua composição.
O contato do ARLA com os gases provoca uma reação química que anula os poluentes. Em vez de Óxidos de Nitrogênio, por exemplo, o escapamento solta Nitrogênio puro e vapor.
O diesel para este tipo de ônibus é o S 50, que possui 50 partes de enxofre por milhão, sendo bem menos poluente que o diesel S 500, que desde 2009 tem deixado gradativamente de abastecer as frotas de ônibus urbanos.
História da empresa
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Ônibus adquiridos pela Viação Flecha Branca, para a cidade de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, já seguem as determinações de restrição à emissão de poluentes que entraram em vigor em janeiro deste ano. A poluição pode ser reduzida em até 80%, dependendo do material lançado na atmosfera. Veículos são de carroceria Comil Svelto sobre chassi da Mercedes Benz. Foto: Divulgação Comil.
A Viação Flecha Branca, empresa do ramo de transporte coletivo de passageiros, nasceu em 22 de dezembro de 1973, fruto da unificação das empresas que operavam na época o transporte coletivo na cidade de Cachoeiro de Itapemirim – ES. Eram elas: Viação Águia Branca, Viação São Cristóvão, Perim Transportes e Viação Carleto. O fim da década de 90 até os últimos anos foram marcados pela grande escalada do grupo, quando foram adquiridas novas empresas como a Viação Sudeste, e mais recentemente, a Viação Santa Luzia e as linhas de Marataízes da Viação Costa Sul, abrangendo ainda mais regiões do Espírito Santo e diversificando os negócios da Viação Flecha Branca.
Hoje a Viação Flecha Branca possui 67 linhas licitadas e 54 em operação, transporta em média 35.000 passageiros por dia entre pagantes e gratuidades e atende a 95% dos bairros de Cachoeiro de Itapemirim. Está com a bilhetagem eletrônica 100% implantada, o que está proporcionando muito mais conforto, agilidade e segurança aos clientes / usuários. Para prestar todos esses serviços, a Viação Flecha Branca mantém 611 empregos diretos e cerca de 1.800 indiretos.
EXPORTAÇÕES:
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Comil comemora novas vendas para o exterior. Entre as mais recentes está o embarque de 20 ônibus modelo Svelto Piso Baixo para Montevidéu, no Uruguai. Diante do desaquecimento das vendas locais no mercado de ônibus, para muitas companhias, as exportações têm ajudado a minimizar os efeitos das renovações antecipadas de frota do ano passado. Foto: Divulgação Comil
A Comil comemora neste ano as exportações de carrocerias de ônibus. Aliás, não só para a Comil, mas para boa parte do setor, desaquecido por conta das antecipações de renovações de frota no ano passado, as vendas no mercado externo têm sido relevantes para minimizar os efeitos da produção menor.
Entre as exportações recentes da Comil, a empresa destaca o embarque de 20 ônibus Comil Svelto de piso baixo para a UCOT – Union Cooperativa Obrera del Transporte que presta serviços em Montevidéu, no Uruguai.
O veículo atende às normas e configurações do transporte local e as adaptações tiveram a participação do poder público municipal.
Com a venda deste lote para o Uruguai, a Comil espera aumentar a participação naquele país, cujo transporte coletivo está em processo de modernização e expansão.
O Svelto PB (Piso Baixo) mantém características semelhantes aos modelos convencionais do Svelto, o que barateia e facilita a manutenção, mas conta com uma configuração que oferece acessibilidade para portadores de deficiências físicas ou limitações funcionais. O veículo também é indicado para uso em corredores de ônibus e sistema de BRT – Bus Rapid Transit.

Publicado em 21/10/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes, com informações da Assessoria de Imprensa da Comil.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Marcopolo e funcionários comemoram junto ao ônibus 350 mil


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Marcopolo San Remo foi um dos modelos urbanos que marcaram a paisagem de várias cidades entre as décadas de 1970 e 1980. Modelo antecedeu, junto com o Veneza, o Torino, que passando por diferentes atualizações, é produzido até hoje.




Marcopolo faz comemoração com ônibus 350 mil
Veículo de dois andares foi cercado por funcionários que celebraram os 63 anos da empresa que se tornou a terceira maior encarroçadora do mundo.
ADAMO BAZANI – CBN

Em 06 de agosto de 1949, os irmãos Dorval Antônio Nicola, Nelson Nicola, Doracy Luiz Nicola fundavam a empresa Nicola & Cia para serviços de chapeação e pintura de cabines de caminhão. No mesmo ano, surgia a primeira encomenda para a produção de uma carroceria de ônibus. O ônibus era feito de madeira sobre uma estrutura de alumínio. Demorou três meses para ficar pronto, já que foi feito artesanalmente, forma de produção muito comum até os anos de 1950, quando, com os incentivos ao transporte rodoviário e à indústria automotiva, as fabricantes de carrocerias começavam a assumir uma postura mais profissionalizada.
O veículo deu origem a uma encomenda feita por uma empresa de ônibus do Sul, a Transporte Pérola. Seria o primeiro lote de uma quantidade de ônibus que tornaria a Marcopolo, nome adotado nos anos de 1970, uma das maiores produtoras de carrocerias do mundo. Estima-se que seja a terceira maior fabricante mundial, com previsão de 32,5 mil unidades só este ano.
Neste mês de outubro, a Marcopolo comemorou a produção de 350 mil ônibus. O veículo deste número é um Paradiso 1800 DD (Double Decker), ônibus de dois andares de luxo, que recebeu pintura comemorativa para o feito. O ônibus pertence à Geração Sete de rodoviários, lançada em 2009. Desde então, os modelos da Geração Sete, G 7, como são chamados, já venderam mais de 10 mil unidades, entre o Viaggio 900, Viaggio 1050, Paradiso 1050, Paradiso 1200, Paradiso 1600 LD – Low Driver e Paradiso 1800 DD – Double Decker.
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Ônibus de número 350 mil da Marcopolo reúne conforto e sofisticação. Até chegar a este marco de produção e se tornar uma das maiores encarroçadoras do mundo, a Marcopolo, antes chamada de Niciola, passou pelas diversas fases do desenvolvimento do País, inclusive quando os ônibus ainda eram feitos de madeira e enfrentavam pequenos caminhos de terra, muitos dos quais se tornaram importantes rodovias. Foto: Júlio Soares.
Os ônibus da Geração Sete são dotados de itens de conforto, segurança e design moderno. O veículo comemorativo de dois andares, número 350 mil, é encarroçado sobre chassi Scania K 440 8 X 2, ou seja, com dois eixos na frente e dois traseiros. A capacidade é para 44 passageiros no piso superior com poltronas semi-leito e nove passageiros no piso inferior acomodados em poltrona tipo leito. As poltronas possuem tecido especial, espuma de viscoeslático que se amolda ao corpo e novos apoios para pés e braços.
O piso inferior conta com sistema de áudio e vídeo, com aparelho de DVD, dois monitores de 23 polegadas, rádio com MP3, fones de ouvido com plugs individuais e controle do volume do som no console das poltronas, além de saídas individuais de ar ondicionado, com possibilidade o passageiro controlar o fluxo de resfriamento são alguns dos diferenciais da carroceria, segundo a Marcopolo. A iluminação é indireta para aumentar o conforto visual do passageiro e as luzes de leitura, acionadas por toque suave, são de LED, assim como os conjuntos ópticos externos traseiro e dianteiro.
Mas para que a Marcopolo chegasse a esta sofisticação em seu modelo e ao número de 350 mil carrocerias, um longo caminho teve de ser percorrido. São vários os fatos que marcaram a história não da empresa apenas, mas que refletiram pelos transportes o crescimento do País. Até o Marcopolo Paradiso 1800 DD, número 350 mil, não podem ser esquecidos: o primeiro ônibus de madeira em 1949, a entrada na empresa de Paulo Pedro Bellini, em 1951, que deu uma nova dimensão ao negócio e que está até hoje na companhia, a construção das primeiras carrocerias metálicas em 1952, as primeiras exportações em 1961, a mudança de nome de Nicola para Marcopolo por conta do sucesso do modelo homônimo e pelo fato de não haver mais nenhum Nicola na administração da empresa, a compra das Carrocerias Eliziário, em 1969, o primeiro ônibus de BRT em 1974 para o Curitiba – o Veneza Expresso, o lançamento no início dos anos de 1970 do modelo San Remo, a entrada em produção do urbano Torino entre 1982 e 1983, em 1986, o Paradiso High Deck, com salão de passageiros acima do nível do motorista, sendo até então o ônibus brasileiro mais alto, com 3,96 metros, entre outros.
Toda a história, que registrava avanços a passos mais lentos, mostra agora que o segmento de ônibus acompanha a velocidade das mudanças, cada vez maior.
Provas são os números de produção, informados em nota à imprensa, pelo diretor geral da Marcopolo, José Rubens de La Rosa:
“Comemoramos 100 mil ônibus em 1998. Em 2007, superamos as 200 mil unidades e agora, em apenas cinco anos, ultrapassamos a marca dos 350 mil veículos produzidos. Isso também é reflexo da internacionalização da Marcopolo e da ampliação de suas operações nos principais mercados do mundo, que deverão fabricar 32,5 mil unidades somente este ano”, salienta o executivo.
Ainda segundo a nota, “hoje, a Marcopolo possui fábricas em nove países além do Brasil (África do Sul, Argentina, Austrália, China, Colômbia, Egito, Índia, México e Rússia) e conta com cerca de 22 mil colaboradores. No Brasil são três unidades que produzem mais de 20 mil ônibus por ano, localizadas em Caxias do Sul (duas) e Rio de Janeiro.”
Publicado 17/10/2012 por Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes. Blogpontodeonibus